… a certeza de que isto somos nós. As conversas ajudam a contar.
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Out 11
ab-so-fucking-lu-tely, às 00:09Link | Comentar | Absolutamente adorável!
Mais um domingo na Venda del Pinheiro Ramudo e lá veio a Tété cantarolando os seus estrondosos trocadilhos, desta vez em melodias variadas da Música Popular Portuguesa só assim... para abrir as hostes.  Cantou isso e mais um "Currumbá" e uma "Mariquinha" e uma bela "Lágrima no canto do olho", tal não é o delírio de Tété com este Reality- Bom-Bom -Televisivo que até o Bonga tem honras de ser parafraseado nos cartões e no teleponto!... Para terminar este 'rocambole de salmão do Mar do Norte' tivemos direito a um coro da assistência num uníssono perfeito: "ai qui calô oooo oooo..."

Do calor das Áfricas do Bonga (e da Cátia...), passámos para o gelo ártico que prescruta a massa encefálica do atarantado João F. que nem a nomeação fez espevitar a capacidade do moçoilo para proferir frases com mais de 1/2 palavrinhas singelas... F de... fifias! Um grande credo... e lá esteve Tété numa deleitosa e fácil exploração da falta de Q.(a),(e),i,(o),(u) do rapaz. Aquilo que era para ser uma piada de 15 minutos televisivos, para mim foi pior que ver as carpideiras a carpir o defunto alheio...

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Quem por essa altura chorava, abriu antes os olhos em choque com a vestimenta rubia do João M., é que a criaturinha decidiu repetir o seu blaser vermelho-vermelhaço-vermelhante-vermelhão desta vez com uma calcinha também ela vermelhosa. Justificação: "então Teresa, vesti-me de vermelho p'ra espicaçar os touros'. Ora bem... desviando a lembradura para o tão falado Diogo-outrora-noivo-em-directo-e-rei-do-Facebook... está a tourada montada e Tété vermelhusca de puro gládio.
 
Nem com a psicologia dos inversos tipo ''ponha-se no meu lugar e diga lá o que é que pensava...'' a Tété sacou confissão alguma ao menino sobre Fanny, amiga de todas as cores menos vermelho. À despedida saiu-lhe um beijinho para o pitbull Boston Mota que para o paizinho Urbino (ãnh?!) não é preciso que, assim com'assim a Tété já lhe chamou péssego para todó Portegal óviri! 
 
Depois veio a Fanny a quem mostraram um supimpa résume da sua semana no ecrã plasma at confessionário e a suice ladie em vez de botar interesse no dito, não tirava o olho de uma amiga aranha que circulava descontraidamente por entre a cabulagem. Quem se viu mais uma vez às aranhas com o discurso circular em código morse da Hello Kitty! lover foi Tété  que, escapulindo-se-lhe a paciência, soltou ao vento do estúdio um ''o seu Dioguinho já não deve é ser o seu Dioguinho... já deve ser é de outras pessoas''... ''o quiê Terêsa?''... ''Nada querida... nada..."
 
Fechada a porta do confessionário, levanta-se Fernando (quem é Fernando??), pai de (Sté)Fanny e, de bigode eriçado, comunica toda uma urticária em fazer um esclarecimento à naçãoê porque ''andam a denegrirê a imagém da Fanny em Olibeira do Crábo e em Olibeira de Azeméis!... Eu quero limparê a minha imagém... e agora bou dizêre porque me estãoê a mandáre... bamos pa entrebalo e a télenobela continua a seguirê ó entrebalo!''
 
(...)
 
A lavagem de roupa estilo demonstraçâo de detergentes ao domicílio, depois da pausa para os rentabilérrimos compromissos comerciais, ainda nos reservou mensagens fortes como: "... mas atençãoê... eu tou aqui p'apoiarê a minha filha!... e enfim... eu quero dar a cara aos portugueses por isto."
 
Digo eu que ouvi tudo em estado de paralisia facial, se na semana passada o Dioguinho era corno, agora é corno enxovalhado em horário nobre.
Para encerrar o fandango nortenho, Tété visionária teve ginga de sobra para lançar ao Fernando-homem-da-luta um belo desafio: "Oh Fernando... então e que tal ir amanhã de manhã ao Manel Luís e à Cristina esclarecer mais um pouco?"
E tumbas...TVI... ca$hing!
 
 
 

 
Perguntei-me, finda a segarrega, quando irá a Endemol sugerir de mansinho a Tété Sua Alteza Real que chame à conversa outros intervenientes que não a Susana, o Marco e a Cátia geo-confusa que levou, pobre criança ingénua e indefesa, com um quizz de Geografia para ver se o 'tiro' na África tinha sido coisa singular ou se, afinal existem mais pérolas da mesma estirpe nas ostras da mocinha. 
 
À falta de outros rabos pousantes no sofá rosa-choque, do Marco protagonista-à-força, distingue-se um: ''... a Susana é uma senhora''; "... sou um bocado surdo da parte da minha mãe" e  "... um beijinho pra si Teresa e outro pó Ginásio".
 
Perante isto, necessitam meus caros de algum comentário?... Foi o que eu pensei.
 
Encerrando em beleza, calhou-nos em sorte alguma coerência. Susana não só confirmou ser uma senhora, como foi mais longe: "Eu Teresa... sou uma ladie!" Ladie... eu até faria um trocadilho à la Tété com uma certa musiqueta do Marco cantor (não do pasteleiro) mas isso seria fácil... fácil assim como sacar tesourinhos para lá de deprimentes à Cátia ajudante de acção médica ou fazer perguntas de desenvolvimento ao João F. já defunto do jogo por esta hora. Esse nem carpideiras teve para lhe chorarem a saída, pareceu-me mais que o rapaz já ia a lacrimejar só de se imaginar de regresso à sua Sónia sanguessuga e ao serbicinho das nobe às cinco todes'dias... carágo... que chatice...

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