… a certeza de que isto somos nós. As conversas ajudam a contar.
31
Out 11
ab-so-fucking-lu-tely, às 08:06Link | Comentar | Absolutamente adorável!

De vermelho entrou Tété no estúdio ao rubro pronta para mais um domingo de matança (sabe-se lá de que espécie animal...) e porta da nave ainda não se havia fechado já tinha a matadora oficial da Venda do Pinheiro dado início à lide habitual com uma descrição da semana anterior com recurso a analogias bélicas, quais bandarilhas, bem espetadas nos centros nevrálgicos das guerras e guerrilhas dos... espécimes habitantes da arena. Olé!


Arena em pontas e matadora afiadíssima, passou-se de imediato à garraiada da opinação sobre os meandros dos enredos under covers do Carlos e suas concubinas confusas, com Teresa e Fanny a assistirem sentadas no sofá rosa pica-no-olho ao destapar do lençol de uma intenção mais escancarada que as próprias das concubinas de uma Tété habilidosa e interessada em botar fogo nas roupas de baixo dos habitantes de ces't maison, para o caso das meninas ainda não terem dado pelas ondulações pu'debaixo dos edredons...
 
Seguindo incendiária, disse ao visitante irmão da Daniela P.: ''nós os feios lá nos vamos safando nesta vida'', e isto como tentativa de emendar a mão, pois já tinha chamado o senhor de ogre em pleno directo em horário nobre no canal Schumacher das audiências nacionais. Quem mandou ir apoiar a maninha? Quem põe o pé na Venda, habilita-se a levar com a bandarilha no... Pinheiro! 
Uma coisa é certa, no meio da salada de frutas feita daqueles corpos dilatados pelos esteroides e pelos pixeis das TVs plasma e suas mentes mais para baças que brilhantes, não há concorrente nem familiar que acompanhe o ritmo do palato da Téte. A língua da supra-sumo já vai à velocidade TGV e as mentes deles ainda estão a rodar a chave na ignição. 
 
 
O pai da Fanny ainda nem tinha tirado a chave do bolso quando Téte decidiu entregar o vício fumegante que a filha roliça e platinada do senhor parecia pretender manter em segredo como se não estivesse, não!, num aquário sem esconderijos artificiais daqueles que recriam o habitat natural dos peixinhos...
O senhor não deve mesmo ter dado pela argolada da piquena, ou não tivesse o bigode ocupado com as suas declarações e esclarecimentos da praxe: " - Bou estar sempre aqui, presente em todas as galas! Até ao finhê... e, mesmo que não isteija aqui sentado, 'touê lá fora no carro (tás a óbiri Diogo seu cornudo ingrato?? Eu touê aqui pra te fazer uma esperinha daquelas balentes! É melhor é não meteres mais aqui os pézes!"
Apesar de todo o frenesim do bigode mais famoso de Oliveira de Azemeis, esta semana o entusiasmo exclusive para o Diogo-noivo-quiçás não gozou de regime de exclusividade, houve tempo de antena suficiente para o senhor tagarelar sobre a incapacidade que teria de se fechar dentro de uma casa vigiada sem... pôr o bigode a funcionar (oh my...)
No fim das contas, a corda dada ao bigode até que deu resultado. Diz que homem tuga com bigode, que se levanta e seus males espanta tem direito a página de fãs no Facebook entitulada: Clube de Fãs do Pai da Fanny (Fernando). A coisa acabadinha de criar, pelo final do programa já seguia com 19 fãs solidárias com a luta da Hello Kitty incompreendida! Bonito.
 
O contra-ponto chamado João M. não deu pela fruta que rolava pelo chão do estúdio e pisou vezes sem conta as cascas de banana que Téte ia tirando e atirando do toucado à la Carmen Miranda. Resultado: pérolas profundas que fizeram (vou apostar!) a baiana tuga fazer uma gotinha de xixi de riso interior: ''ela (Fanny) tem uma fotografia dele (Diogo) lá na gata (Hello Kitty)''. Algo me diz que para a próxima gala haverá patrocínio da Lindor Mulher...
 
Os ponteiros já iam avançados quando Susana foi anunciada com rimas acabadas em 'ão' das quais se destacam 'contusão', 'trambolhão', 'rabão', 'peitão' e 'mama sim, mama não'... A pole dancer abriu alas com uma suplica à senhora sua mãe para que lhe enviasse com urgência ''vestidos giros e decotados que ela estava com falta''... 
- Mãezinha da Susana: não perca tempo com grandes escolhas e logísticas. Agarre em dois ou três naprons daqueles de pôr em cima dos maples, faça umas bainhazinhas e envie para lá que ela desenrasca uns tops e umas cangas bem decotadonas. Ah! Não se esqueça é de enviar no pack do crochet umas almofadinhas daquelas que fazem conjunto com a agulha e o dedal para a filhinha fazer umas protecções para as protuberâncias que isto ninguém garante que ela não mande outra vez uma palhaça lá naquele chão encebado e macere as proteses preciosas... Melhor prevenir!
 
Antes da saída da desgraçadinha abandonada, houve tempo para as lágrimas ''do que não quer ser o grandalhão que fez mal a alguém e que cita Bob Marley'' que sente que a sua siliconada lhe está a amolgar a imagem pública e que, talvez, seja melhor afastar as mãozinhas dos montes e vales algarvios. Será que chegará o dia em que o gatão se vá sentar no sofá do confessionário não por causa da salada de frutas da Susana, nem por, sei lá, "ser alto, musculado e bonito e assim...", mas por mérito próprio?
A matadora que deixou cair fruta e lágrimas com a saída de uma de suas próteges estará lá para ver isso... oh se estará!
 
 
 

23
Out 11
ab-so-fucking-lu-tely, às 23:43Link | Comentar | Ver Comentários (2) | Absolutamente adorável!

 

 

 
A esquizofrenia profunda do tempo climatérico deste Outubro... peculiar(!) atirou-me, sem aviso prévio, para uma espiral de ''pensamentos-sobre-a-vidinha'' bem mais profundos e requintados que o nível de insanidade típico das espirais cíclicas da so well known TPM. Era suposto aguentar o quente-frio disruptivo sem um risquinho na pintura?! Off course not
A tarde chuvosa regou abundantemente os meus delírios fabulados em diálogos mentais e dei por mim a assistir ao clássico dos clássicos do meu cinema pessoal privado e, até este preciso momento, instransmissível: ''Velha de mais", filme em cartaz. (Achei esta versão curta mais sintética... assim... catchy! Uhm?) 
Well, o centro do alvo - metáfora para 'coração do argumento' (damn! usei outra metáfora!) - é o prazo de validade que determinadas coisas, acontecimentos, marcos e ''first times'' têm para acontecer naquilo a que vamos chamar: ''acordo socialmente aceite pela sociedade que apenas procura aceitação social'', ou, abreviando: "ASAPSQAPAS". 
 
Well (outra vez...), a verdade é esta: as coisas têm um prazo, connosco não ia ser diferente. Não sei como é que ainda não produziram rótulos-acessórios para colarmos na testa, nos pulsos, nos tornozelos: ''fulano de tal/embalado a: xx/xx/xxxx/validade: 1 MESINHO PARA CONSUMIR SENÃO APODRECE''.
A vida é, acreditem em mim, um grande Hipermercado organizado por corredores, secções, prateleiras e expositores, no qual todos estamos arrumados por grupos criteriosamente formados de acordo com as nossas... características. Ele há tudo, para todos os gostos! (talvez aqui o Hiper-Mega-Supa-Dupa-Market esteja mais para Loja do Chenêns...) 
Há quem prefira a secção dos frios e, incrivelmente, quem faça um check! na dos congelados (será pelos factores 'rigeza' e consevação?...), quem, por sua vez, circule o seu carrinho por entre os expositores mais voltados para a beleza e higiéne e quem dê mais valor a um legume viçoso directamente do productor... para o consumidor!
 
As I said, há de um tudo e com fartura, só para contrariar a situação nacional que isto um ser humano não merece que lhe ataquem em simultanêo a carteira, a dignidade e as perspectivas amorosas(!)
Seguindo: fartura sim, ou não fossemos já mais de 7 mil milhões espalhados pela superfície deste grande Hipermercado global, o pior mesmo é a data de validade de cada um destes tantos milhões de items, já para não falar da problemática:  estado de conservação...
 
O desafio é imenso... colossal como o buraco do défice! milhares de milhões de produtos empilhados, enfileirados, frios, quentes, congelados e lá tem aqui a pobre de ir passeando o seu carrinho por entre os corredores e expositores, fintando a concorrência consumista ao mesmo tempo que lanço o olho a possíveis promoções de pegar ou de largar e isto tudo sem lista, nem orçamento, nem a miníma ideia se haverá em stock esse produto-mistério que quero tão imensamente (e rápido!) atirar para dentro do carrinho! Mas porque raio não inventaram ainda esses senhores marketeers um sistema fa-bu-lás-ti-co de comando de voz consumidor-produto, estilo: ''salta para aqui... produto! Vem à dona!''? Despachem-se lá a desenvolver a engenhoca que, a fazer pandan com a chuva, abateu-se sobre mim uma urgência em neon e ponto de exclamação de cumprir alguns dos "ASAPSQAPAS" que, mesmo que não tenham honras de happily ever after de comédia romântica, ajudam a enxotar a solidão que a chuva trouxe e o outrora Verão esquisó deste Outubro escondia da vista e dos sentidos...  
 
Estarei eu já velha demais para continuar a fintar os artigos de 1€ do expositor central (logo a seguir ao segurança que sela os sacos de loja alheia), ou ainda não estarei assim tão velha que não possa deixar rolar as rodas do meu carrinho à espera do momento em câmara lenta em que ''O Produto'' irá aparecer brilhante e dourado e em que cairão confetis do tecto do Hiper e em que haverá coreografia (em câmara lenta também) das meninas dos patins e em que serei abalroada por abraços da Popota e da Leopoldida (também eles em câmara lenta) e em que, tomada pela emoção, experimentarei a sensação dupla de concretização do sonho de consumo e cumprimento do primeiro dos "ASAPSQAPAS" da minha lista de compras?
 
(Ai se as malditas insónias me atiram para as Televendas...!)

17
Out 11
ab-so-fucking-lu-tely, às 00:09Link | Comentar | Absolutamente adorável!
Mais um domingo na Venda del Pinheiro Ramudo e lá veio a Tété cantarolando os seus estrondosos trocadilhos, desta vez em melodias variadas da Música Popular Portuguesa só assim... para abrir as hostes.  Cantou isso e mais um "Currumbá" e uma "Mariquinha" e uma bela "Lágrima no canto do olho", tal não é o delírio de Tété com este Reality- Bom-Bom -Televisivo que até o Bonga tem honras de ser parafraseado nos cartões e no teleponto!... Para terminar este 'rocambole de salmão do Mar do Norte' tivemos direito a um coro da assistência num uníssono perfeito: "ai qui calô oooo oooo..."

Do calor das Áfricas do Bonga (e da Cátia...), passámos para o gelo ártico que prescruta a massa encefálica do atarantado João F. que nem a nomeação fez espevitar a capacidade do moçoilo para proferir frases com mais de 1/2 palavrinhas singelas... F de... fifias! Um grande credo... e lá esteve Tété numa deleitosa e fácil exploração da falta de Q.(a),(e),i,(o),(u) do rapaz. Aquilo que era para ser uma piada de 15 minutos televisivos, para mim foi pior que ver as carpideiras a carpir o defunto alheio...

-
 
Quem por essa altura chorava, abriu antes os olhos em choque com a vestimenta rubia do João M., é que a criaturinha decidiu repetir o seu blaser vermelho-vermelhaço-vermelhante-vermelhão desta vez com uma calcinha também ela vermelhosa. Justificação: "então Teresa, vesti-me de vermelho p'ra espicaçar os touros'. Ora bem... desviando a lembradura para o tão falado Diogo-outrora-noivo-em-directo-e-rei-do-Facebook... está a tourada montada e Tété vermelhusca de puro gládio.
 
Nem com a psicologia dos inversos tipo ''ponha-se no meu lugar e diga lá o que é que pensava...'' a Tété sacou confissão alguma ao menino sobre Fanny, amiga de todas as cores menos vermelho. À despedida saiu-lhe um beijinho para o pitbull Boston Mota que para o paizinho Urbino (ãnh?!) não é preciso que, assim com'assim a Tété já lhe chamou péssego para todó Portegal óviri! 
 
Depois veio a Fanny a quem mostraram um supimpa résume da sua semana no ecrã plasma at confessionário e a suice ladie em vez de botar interesse no dito, não tirava o olho de uma amiga aranha que circulava descontraidamente por entre a cabulagem. Quem se viu mais uma vez às aranhas com o discurso circular em código morse da Hello Kitty! lover foi Tété  que, escapulindo-se-lhe a paciência, soltou ao vento do estúdio um ''o seu Dioguinho já não deve é ser o seu Dioguinho... já deve ser é de outras pessoas''... ''o quiê Terêsa?''... ''Nada querida... nada..."
 
Fechada a porta do confessionário, levanta-se Fernando (quem é Fernando??), pai de (Sté)Fanny e, de bigode eriçado, comunica toda uma urticária em fazer um esclarecimento à naçãoê porque ''andam a denegrirê a imagém da Fanny em Olibeira do Crábo e em Olibeira de Azeméis!... Eu quero limparê a minha imagém... e agora bou dizêre porque me estãoê a mandáre... bamos pa entrebalo e a télenobela continua a seguirê ó entrebalo!''
 
(...)
 
A lavagem de roupa estilo demonstraçâo de detergentes ao domicílio, depois da pausa para os rentabilérrimos compromissos comerciais, ainda nos reservou mensagens fortes como: "... mas atençãoê... eu tou aqui p'apoiarê a minha filha!... e enfim... eu quero dar a cara aos portugueses por isto."
 
Digo eu que ouvi tudo em estado de paralisia facial, se na semana passada o Dioguinho era corno, agora é corno enxovalhado em horário nobre.
Para encerrar o fandango nortenho, Tété visionária teve ginga de sobra para lançar ao Fernando-homem-da-luta um belo desafio: "Oh Fernando... então e que tal ir amanhã de manhã ao Manel Luís e à Cristina esclarecer mais um pouco?"
E tumbas...TVI... ca$hing!
 
 
 

 
Perguntei-me, finda a segarrega, quando irá a Endemol sugerir de mansinho a Tété Sua Alteza Real que chame à conversa outros intervenientes que não a Susana, o Marco e a Cátia geo-confusa que levou, pobre criança ingénua e indefesa, com um quizz de Geografia para ver se o 'tiro' na África tinha sido coisa singular ou se, afinal existem mais pérolas da mesma estirpe nas ostras da mocinha. 
 
À falta de outros rabos pousantes no sofá rosa-choque, do Marco protagonista-à-força, distingue-se um: ''... a Susana é uma senhora''; "... sou um bocado surdo da parte da minha mãe" e  "... um beijinho pra si Teresa e outro pó Ginásio".
 
Perante isto, necessitam meus caros de algum comentário?... Foi o que eu pensei.
 
Encerrando em beleza, calhou-nos em sorte alguma coerência. Susana não só confirmou ser uma senhora, como foi mais longe: "Eu Teresa... sou uma ladie!" Ladie... eu até faria um trocadilho à la Tété com uma certa musiqueta do Marco cantor (não do pasteleiro) mas isso seria fácil... fácil assim como sacar tesourinhos para lá de deprimentes à Cátia ajudante de acção médica ou fazer perguntas de desenvolvimento ao João F. já defunto do jogo por esta hora. Esse nem carpideiras teve para lhe chorarem a saída, pareceu-me mais que o rapaz já ia a lacrimejar só de se imaginar de regresso à sua Sónia sanguessuga e ao serbicinho das nobe às cinco todes'dias... carágo... que chatice...

13
Out 11
ab-so-fucking-lu-tely, às 15:32Link | Comentar | Absolutamente adorável!
- É NORMAL cometer, de vez em quando, pequenos excessos em prol do mimo...
 
 
 
Em matéria de pecados capitais por esta 'razão mimosa', the milion dollar question is: - Porque não encher de mimos os nossos amores quando podemos (que é o mesmo que dizer: quando a nossa carteira não ecoa aquele eco retumbante estilo quarto sem móveis)?

A pergunta, na verdade, nem é essa. É, antes: - Como não...?! - Como não 'pecar' fazendo a coisa certa? É que a consequência da 'infração' é tão maravilhosa e sorridente e recompensante e... simbiótica (!) que não há como hesitar deixando para ontem o presente/mimo que se pode oferecer hoje.

O prazer pecaminoso começa logo na ideia de surpreender o outro. First step: "ahaa! Vou oferecer-lhe aquilo!"  E lá avança a nossa mente viajando a 200 km/h pela louca e fascinante auto-estrada da logística. Mas muita calma e tranquilidade néssá horá minha gente... isto da logística vira fácil fácil quando a ideia é forte e a vontade de fazer o outro-nosso feliz grita mais alto que a Júlia Pinheiro a dar os bons-dias no Querida Júlia!

Agora vem o savoir faire do ''embrulhar'', sentido literal e figurado, tá? Não, é que é tão importante no acto de mimar, tanto o embrulho como a forma que se escolhe para o oferecer. Essencial para dar certo é também conhecer a fundo (leiam como quiserem!) o alvo do mimo. Façam lá o exercício e vão ver que conseguem até prever a reacção em camara lenta do vosso mimado qual cena de película épica hollywoodesca.

Hoje a coisa deu-se em formato 'botins' (sem qualquer tipo encriptado de pressão ao S. Pedro... está muito bem assim esta calorama fora de época!) e guardou-se o frame do momento na caixinha das nossas memórias. 

Conselho aka teaser rapaziada: mimem mais! Tudo fica mais (sun)shining quando o mimo anda no ar...
 

 
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10
Out 11
ab-so-fucking-lu-tely, às 01:19Link | Comentar | Absolutamente adorável!

 

tété

 

Ao contrário dos anteriores 'carnavais', a coisa desta vez começou com patrocínio da Clinex. Teté verteu pela primeira vez, na 5ª Gala, as douradas lágrimas do entretenimento. Não sei se terá sido, ou não, um recorde em comparação com a Era Big Brother mas, anyway, é digno de registo. O inadiável deu-se a propósito do drama de vida da homónima. Dispensável, ainda que previsível, foi a bateria de perguntas à coitadita sobre o melindroso tema: ''... a mãe desapareceu e não voltou, certo? O pai alcoólico foi mais um problema e não uma solução, não foi? Os seus padrinhos mudaram a sua vida mas não a tornaram melhor, pois não? Batiam-lhe, não era? Sentia-se revoltada com isso, sim querida?...'' E a lágrima corria estúdio fora e lá lançavam subtilmente uma zoomada à Delphine-freirinha na bancada vip à coca de uma reacção à descrença da coitada na berlinda em relação ao Altíssimo é que, depois de tanto drama e tanta injustiça divina, querendo Teté e a Endemol, a fé da piquena saiu abalada. Delphine, essa, também chorava e a toute les femme toute les garçons da produção, aplaudiram e urraram decerto 'atrás das cortinas'...

 

Depois disto, alguma alegria! A mãe da Cleide, a Rosa Maria, ofereceu-nos a visão de uma Ágata do início dos anos 90 de cabelo armado muito belo e amarelo e topete com terminação em franja, ladeada estava da irmã da homónima da Rainha Teté, a coitadita Teresa, que disse orgulhar-se muito da sua  irmã lutadora e, make an educated guess... dela própria! Muita auto-estima têm estes moços e moças lá pela Venda do Pinheiro...

 

Terminado o vox pop à bancada, uma oi!?, surpreendente, conversa telefónica com o afamado Diogo que decidiu confessar, em directo da Suíça em horário nobre português, que colocou delicadamente um 'gosto' no grupo facebookiano: 'Diogo o Noivo Cornudo' (!)...Teté ataca o toureiro desta lide, João M., e pergunta-lhe rectoricamente: ''Oh João, diga lá... você gosta de uma boa gordinha... uhm?"

 

Bóm!... enquanto este parzinho em casting para a 27ª temporada dos Morangos com Açúcar nega a pés juntos, com muito discurso circular e pele encardida da ocupação preferida entitulada 'banhos de sol', que não tarda nada estão a acrescentar peso à cabeça do Noivo do Facebook que anda a ver tudo lá nas Suiças, veio o crème de la crème da competição 'Eu é que sou mais show off no Confessionário'': o casal/ex-casal/casal-novamente - Marco e Susana.

 

Parece então que o desgraçado do Miguel - Prof. Sedução, ia levando com um ataque bala do Xerife dos ovos estrelados em óleo que, pelos vistos, frita muito depressa, basta que a fruta da sua (quando convém à dita) Susana quase cai de madura para cima dos colegas de castelo... aí entorna-se logo o caldo e os ovos rebentam de tanta temperatura! Nem Miguel, nem Cátia de olhos trocados mexem e remexem rebolam e se enrolam neste boião de maionese estragada, repleto de piiiiiiiiis tal não é o nível extremoso do discurso do pasteleiro português que não faz a mais pequena ideia de quem possa ser uma tal Senhora Merkel... é que nem sabe, nem quer saber e tem imeeeensa raiva de todos os que sabem e, se não estivesse enclausurado, 'amandava dois murros na boca' dessa gente que tem a mania qu'é esperta e sabe coisas culterais...

 

A fruta-da-época-mais-que-tudo sentou-se depois no sofá rosa-choque pela 5ª vez em 5 galas... para brincar ao toque e foge com uma já animada Teté a todo o gás que, às páginas tantas dos seus apontamentos, no más conseguindo ignorar a visão 'generosa', pediu à moçoila para parar, por-amor-de-Deus-e-dos-santinhos-todos, de ajeitar o vestido dourado/nude que, mais nude não era lá muito possível, pois as protuberâncias apontadas à lua, já tinham destaque que bastasse para ela ainda passar todo o tempo a acariciá-las no esforço compulsivo de ajeitar o vestido enquanto hipnotizava o estúdio, a Teté e qualquer alminha que estivesse de TVI acesa! Ela depressa se desculpou com um: ''... eu tenho que ir controlando Teresa...é que o vestido é pequeno...'' Portanto, é o vestido que é pequeno, não são antes as... Teté remata certeiro um: ''Querida! Ninguém quer que a menina ponha mais silicone, não é só o Marco!'' A querida defende para canto: "Óh... a Televisão é que faz tudo parecer maior, isto não é assim tão grande..."

 

susana-
... ( . ) ( . ) ...


O final da noite foi lá mais à frente mas o meu camião tir de concentração despistou-se na curva do: ''isto que tá a ver Teresa, são adesivos... é que eu tou sem sutien...''

Perdõem-me o erro fatal rodoviário... mas foi aqui que capotei.


03
Out 11
ab-so-fucking-lu-tely, às 17:34Link | Comentar | Absolutamente adorável!

É NORMAL todos os dias começarem assim:

 

 

 

O meu sócio-love levanta-se carinhosamente para, leve, sair da cama sem me acordar, para deixar-me na ilusão de um repouso volátil de “só mais 5 minutos” depois de 3 frenéticas APITADELAS do despertador, para quem uma qualquer segunda-feira é igual a outro dia do acéfalo calendário.

Depois de muita insistência por parte do meu consciente cérebro que me relembra dos pequenos prazeres da vida de trabalhadora responsável (NOT!) ligo-me à realidade e carrego no botão. Soltam as primeiras palavras do jornalista que faz a revisão das principais notícias desta manhã e fico, ainda cega de sono, à espera daquela que me faz começar o ritual.

 

Esta manhã o trânsito permanece caótico nos acessos à grande Lisboa (MEDO!)… Um incêndio numa viatura no alto de Carnaxide levou a um corte na A5, no sentido Cascais-Lisboa. As filas de trânsito estendem-se desde as portagens de Oeiras até ao viaduto Eduardo Pacheco. As vias direita e central estão cortadas e a saída para Linda-a-Velha está encerrada (WHAT?!?!? Começo a levantar-me receosamente da cama, temendo uma manhã… daquelas!) Esta situação está a provocar grande congestionamento e abrandamentos no sentido contrário devido à curiosidade (como assim?? Ainda há pessoas que não têm pressa de chegar ao trabalho…). Prevê-se que pelas 11:30 o trânsito esteja normalizado (Mas eu tenho que estar antes das 10h00 no…).

 

Começa a corrida contra o tempo...


1) Decidir o que vou vestir (10 a 15 min)–CHECK!

2) Tomar banho (15 a 25 minutos–Só as mulheres que têm cabelo comprido é que vão compreender este intervalo de tempo) . CHECK!

3) Por creme em toda a superfície de couraça (2 minutos – mais uma vez…só para as mulheres e alguns homens…) . CHECK!

4) Vestir correctamente todas as peças de roupa para não passar vergonhas (5 minutos) . CHECK!

5) Fazer maquilhagem para gravação de pivots (10 minutos – é volátil… ou então só parece que voa…) . CHECK!

6) Enquanto o ferro aquece na casa-de-banho, preparar a marmita para levar (5 minutos) . CHECK!

7) Trincar qualquer coisinha (10 segundos – NUNCA saio de casa sem nada no bucho! Conselho bom para todos os fracos de estômago espalhados por este espaço cibernético) . CHECK!

8) De volta à casa-de-banho… arranjar cabelo rápido, cada vez mais rápido… (10 minutos) . CHECK!

9) Calçar os saltos altos (5 segundos) . CHECK!

10) Dar beijo abraçado de despedia ao Sócio-love (10 segundos… é variável…) . CHECK!

11) Levar a mala do treino para o carro (10 segundos) . CHECK!

12) Sair em alta velocidade para o work, com 30 minutos que faltam para “PICAR O PONTO”!

 

E aqui inicia-se a NORMAL corrida frenética contra o tempo e contra os outros pasmaceiros condutores.

Eu faço parte desse grupo (não tão pequeno quanto desejaria para efeitos de trânsito) que todos os dias se benze antes de entrar no carro e pensa – Vou pela A5 ou pela Marginal?

 

A fatídica pergunta lateja todas as manhãs na minha cabeça e qual jogadora de poker astuta e inteligente decido simplesmente qual o caminho a seguir… porque sim! Passo a explicar: o dilema é aparentemente simplório, mas as consequências de uma má escola matinal podem arruinar toda uma folha de presenças no “serviço”, o que, para mim, está fora de questão! A A5, maravilhosa, rápida, directa, sem buracos, nem curvas manhosas, é um festim quando não está congestionada e nesta auto-estrada de maneios é uma safa quando só tenho 15 minutos para chegar ao Palácio e consigo atingir o “meu destino” nuns rápidos 13 minutos e deixo o carro a trabalhar, entro dentro do edifício, pico o ponto e saio já despreocupada para estacionar o boguinhas. Contudo, a coisa nunca é assim tão pacífica (aliás este episódio é uma excepção, só reservada a frequência em períodos veraneantes), e o que poderia demorar 13 ou 15 minutos acaba em 40… (quantas e quantas manhãs!). Neste troço sou eu que levo apitadelas.

 

Sim, eu sei… eleve-se a primeira buzinadela quem nunca foi pela faixa mais à direita, num fingimento de trajecto para depois à última da hora, em pleno rail que separa o caminho de quem vai para as Amoreiras ou quem desce para a Av. De Ceuta e Alcantara, entrar “á cão” na faixa da esquerda, bem de esguelha entre o andamento de um carro apressado e o atraso de um mais distraído na marcha infindável que se estende até ao fatídico túnel.

 

POOOOOOMMMMM!!!!! PIIIIMMMMMMM!!

 

Levanto a mão, meio envergonhada aos que atrás se colocam, assumindo o pecado no asfalto, para levantar o som da rádio que por mais alto que cante não anima esta stressante manhã. Tento abstrair-me do atraso, já pensando em desculpas para justificar uma falta de poucos mas notados minutos.

Quem opta pela belíssima marginal tem outro problema!

O caminho é maior??! Também. Mas o busílis da questão não está na distância está na qualidade da condução. É certo e sabido que os astutos de asfalto seguem pela A5, os cuidadosos e molengas querem “desfrutar” da Marginal! Será?!??!   

 

Para mim é assim todos os dias. Entro na marginal pronta a carregar no acelerador e quando penso que o mood é “chegar ao nosso destino o mais rapidamente possível” chego à conclusão que desde o Estádio Nacional até Santos, eu sou a única ATRASADA na estrada… É que… é que… SÓ PODE!!

 

Não há um único dia em que eu não APITE frequentemente e insulte em surdina (porque je suis une lady) todos aqueles que compassadamente insistem em ir na faixa da esquerda a 40…vá 50km… OH MY GOD!!! E para todos aqueles que ainda ensonados, a discutir com os amantes penduras, a calar as criancinhas, com os telefones em punho, a mandar mensagens decidem só arrancar do semáforo 5 minutos depois dele passar para verde! Se há coisa que me enerva são as alminhas que estacionam simplesmente nos semáforos e que não ARRANCAM!!! Ai que raiva que me dá! E é ai que eu começo a minha sinfónica revolta:

 

POOOOOOMMMMM!!!!PIIIIMMMMMMM!!!!!POOOOOOMMMMM!!!!PIIIIMMMMMMM!!!!POOOOOOMMMMM!!!!!

PIIIIMMMMMMM!!!POOOOOOMMMMM!!!!!PIIIIMMMMMMM!!!!!POOOOOOMMMMM!!!!!PIIIIMMMMMMM!!!!!!!

POOOOOOMMMMM!!!!!!! PIIIIMMMMMMM!!!!!!!

 

E eu até me considero uma pessoa pacífica, ponderada, educada, sensível, compreensiva (modesta…ahaha) mas isto tira-me do sério! E contam-se pelos dedos das mãos as vezes que com apenas 30 minutos, seguindo pela marginal, chego ao Palácio a tempo de picar o ponto antes de bater as 10 da matina!

 

Tudo isto para dizer que para mim é NORMAL APITAR de manhã.

Para vocês é NORMAL???!?!

 

 

 


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ab-so-fucking-lu-tely, às 16:11Link | Comentar | Absolutamente adorável!
De quando em vez, neste lugarzinho nosso e vosso, irão surgir umas rubricas 
que, pela sua pertinência e frequência, encherão muitas páginas do nosso 
bloguezinho e retratarão momentos, comportamentos e situações que pela sua
extrema urgência e pertinência necessitam de registos vários, de um “títalo” e 
de uma partilha!

Esta rubrica é um desses casos únicos que, pela repetição, 
será frequente e necessária nesta nossa normalidade, muitas vezes anormal! 

É NORMAL… é normal fazermos muitas coisas, dizermos muitas coisas, 
comportarmo-nos de muitas maneiras… o que não se quer MESMO é  
ser NORMAL… isso, para nós é que é NORMAL! Percebem???!!! Ahahah!

Vamos com calma… esperem pelo nosso primeiro e ilustrativo exemplo.
Porque, simplesmente, é normal… 

(E... não se esqueçam de partilhar também aquilo que é para vocês a 
normalidade da anormalidade e de sugerirem outros temas... “normais”!)

*Aviso: Qualquer associação ao título de uma das nossas séries de culto preferidas é 
 pura ab.so.fucking.ficção.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



ab-so-fucking-lu-tely, às 08:02Link | Comentar | Absolutamente adorável!

Nesta segunda ''gala'' da Casa do 'pshiuuu-poucoxinho-barulho-que-a-Tété-encarrega-se-disso', tivemos direito a outra dose de rimas ricas acabadas em ão que a rainha da TV Tuga se auto-desafia sempre a ler no teleponto a um ritmo frenético qual voz off conselheira de fim de anúncio farmacêutico, assim tão alegremente que até lhe desaparecem os olhinhos! 

 
Ela lá se vai divertindo genuinamente e, enquanto lê e solta umas risadas, vai bebericando a sua aguinha para não secar a laringe (que bem precisa dela!) e sacudindo a sua canetita, não vá a dita ser precisa para escrevinhar qualquer preciosidade sacada dos relatos dos enjaulados nos belos dos cartões-guia que, no caso da Rainha de Copas do entertenimento nacional, só serão guias se ela assim o entender e, em prol da verdade, isso... acontece menos vezes que aquelas que os habitantes da jaula acertam concordâncias de sujeito e verbo (!)
 
Com toda a liberdade, seguiu sua alteza real ao ataque à presa número um da noite, de seu nome Cátia, a moçoila algarvia que, à entrada se apresentou: auxiliar de acção médica, 'especialista' em cuidados continuados ''em velhinhos'', e que, agora, nos mostra uma maior queda para a fisioterapia (barra) massagem (barra) manuseamento dos músculos sobredesenvolvidos do mais-ou-menos-namorado da Miss Silicon Valley. 
 
Sua Majestade não tinha ainda limpo o palato com o drink de aguinha, já seguia Cátia solta de língua e de frontalidade algarvia: 
"- Portuguéses, é precise é calmã qu' iste vai lá com jeitinhe... é qu'isto de sedezir um homém com aquéle tamanhe... que só pénsã ém comidã... é precise calminhã...'' 
 
Rainha, morta de gládio e olhos já inexistentes, pica-a com a sua telepática vara do gado e a rapariga solta mais um:
"- Ele no jantar romantique ca produção nos déu dizia-me: bebe Cátia... bebe Cátia..." e eu: nada! Na bebia... mas, mésme assim, aindã me fiz ao pise!"
 
Teresa, A Grande, não fosse tal coisa cópia da assinatura da Júlinha arqui-rival, teria nesse momento, rebolado pelo chão lustroso e iluminado do estúdio tal não era o grau de felicidade que a sua taralhoucazinha algarvia lhe havia proporcionado com o rol, aparentemente, infindável de pérolas retórico-discursivas. Ainda assim, sacudido o efeito falta de ar-gota-vermelhidão, lá se recompôs a comandante do navio para provocar mais uma vez a piquena: 
"- Mas oh Cátia filha... não acha... que... se a Susana fosse... realmente... namorada do Marco... já não a tinha... afogado... na piscina???"
 
Vez da interlocutora ficar sem olhos e responder num guincho repenicado:
"- Acha Teresã?... Primeire afogava-se elã (!) porqu'eu furava-lhe o silicone e ela i'ó funde!"
A casa/estúdio veio abaixo, e a Rainha acompanhou, pondo a mão no joelho e dando uma baixadinha. Só não mexeu gostoso nem balançou a bundinha(!), graças aos céus que o Circo já estava ao rubro com as feras à solta e a domadora de quatro...
 
 
Posto isto, despediu-se da sua, agora eleita, concorrente preferida e ainda lhe prometeu ajuda-la na sua convicta missão de se "fazer ao piso" musculado do mais-ou-menos-pasteleiro-mais-ou-menos-night-club-man.
 
Saída a 'favorita', entra o Príncipe do teorema dos catetos que parece ter duas (e a segunda é ela mais as duas amigas da frente mais as outras duas de trás...) a darem-lhe a volta à hipotenusa!...
 
Teresa Real avança, a propósito, um:
''- Oh querido... não é fazer o amor que se diz... diz-se: fazer amor e, parece que... quando está em vias de facto... o querido quer é... ir fazer um xixizinho!!" 
 
Foi a vez de eu ficar sem olhos e me imaginar rebolando soalho afora (rebolar realmente não, que não era coisinha para valer tanto a pena assim, fui lá mesmo só com a força da mente)...
 
O ''pasteleiro da Pontinha'' (ou então não...) declarou ainda com muita verborreia pelo meio que, a propósito do aniversário da sua mais que tudo, consegue fazer bolos em forma de mamas (exactamente assim...) e que esta semana tinha carregado no botão rubio dos segredos porque estava muito inclinado para que existisse um indivíduo exorcitado na casa. 
"- Exorci...quê filho?"
"- Exorcitado! Eu não sei dizer muito bem a palavra em português..."
(...)
E, portanto, quer dizer que a sabe dizer numa outra língua, é isso?? ...
 
Lá segui eu para mais um momento mental de rebolanço, desta vez com direito a dedo no sinal mute do comando. A minha mente levantou-se do chão e ditou-me, qual rainha de coroa ceptro e tudo: enough is enough, tá? Over and out... é tudo, por agora.
 

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