… a certeza de que isto somos nós. As conversas ajudam a contar.
22
Abr 12
ab-so-fucking-lu-tely, às 21:15Link | Comentar | Absolutamente adorável!

Darlings, já era tempo de (re)abrirmos a caixinha de Pandora das jiucy things para vos trazermos "Adorável Psicose", que é o resultado em forma de blog da narrativa psicótica autobiográfica de Natália Klein, uma jovem roteirista da TV Globo formada em Jornalismo que, depois de uma conversa frustrada no chat do, não-tão-saudoso-assim, MSN, decidiu partilhar os seus pensamentos absofuckinglutely psicóticos com a comunidade cibernética. 

 

Demos com ela, lêmo-la e visionámo-la na materialização da sua assumida psicose no formato sitcom de TV que o Canal Multishow do cabo brasileiro emite todas as quintas-feiras já há três temporadas. 

 

É impossível não nos revermos na loucura dela e impossível não pararmos para reflectir sorrindo com as teorias tão cruas, tão lógicas, tão simples e, ao mesmo tempo, tão psicoticamente mirabolantes! Bom ela fazer terapia e, melhor ainda, termos acesso a esses momentos de verborreia quase filosófica.  

 

Vamos misturar tudo em copo de cocktail e servir uma teoria fresquinha a cada dia. Nos águárdêm! Ou melhor, àis águárdém... as teorias psicóticas vêm aí.


 

Genérico da série televisiva emitida pelo Multishow:


 

Podem seguir a adorável loucura psicótica aqui: http://www.adoravelpsicose.com.br/

 

com moldura

 

 

 


17
Mar 12
ab-so-fucking-lu-tely, às 21:08Link | Comentar | Absolutamente adorável!

Fenómenos da Música Popular não são coisa nova, nem tão pouco digna de exclamação, mas há momentos nas nossas vidas em que a verdade crua da máxima combinada "tudo é possível... ainda não viste nada..." nos grita aos ouvidos e quase nos fura os timpanos! 

 

Depois de ter sido "abalroada" por determinado fenómeno culturaló-musical à brasileira, dei por mim a percorrer mentalmente uma criação que decidi entitular, (a)quaise cientificamente de "Tabela de Saliência". Esta Tabela permite situar a nossa retina, a nossa moral e a nossa tolerânica à pouca vergonha e à obscenidade (por mais mirradinha que ela seja) em níveis decrescentes de Saliência.

 

Exemplificando: 

Imaginemos minha gente, que estamos perante 3 exemplos de fenómenos culturaló-musicais palpitantes de Saliência - "Michel Teló", "Grupo Terra Samba" e... (rufos!) "Gaiola das Popozudas". Imaginaram?!

Então vamos lá agora por a coisa em ordem decrescente de porca-vergonhice.

 

Ora, number 3: 

 

 

 Number 2:

 

 

E por fim... o saliênte (impróprio para cardíacos ou outros individuos impressionáveis!)... NUMBER 1:

 

 

Aguentaram o nível de saliência portentoso destas funkeiras de nomes tão extra-ordinários quanto "Valesca Popozuda" - bailarina/MC, ídolo da favela, musa de Escola de Samba, garota Playboy, ex-funcionária de ''Posto dxi Gasolina" e... mãe? (!!!)

Sim... tudo verdade (!)  

 

Captaram os diferentes níveis de saliência, right?? Fomos descendo, descendo (até ao chão!) para terminar rastejando com esta manifestação sem filtros do que o povão consome em delírio lá do outro lado do oceano. Uma inexistência de talento, fatiotas sumidas de vinil amarelo pica-no-olho, óleo corporal, silicone injetado all over naqueles corpos até que as partes pudendas das senhoras passem a fazer lembrar diversas frutas, maduras por sinal!, movimentos bamboleantes que interditam e inibem vitaliciamente a imaginação e letras que desafiam o linguajar mais sujo que qualquer um de nós já ouviu algum dia.

 

Como diria a tal voz radiofónica, (acho que) ''vale a pena pensar nisto''.


15
Fev 12
ab-so-fucking-lu-tely, às 12:11Link | Comentar | Absolutamente adorável!

Diz que é normal vermos as semanas passarem, as tensões acumularem-se nos poros, o corpo moído estilo farinha na mó do moleiro, e a mente muito pouco descansada por muito, muito poucas horas de sono profundo no vale de lençóis. 

Diz que é normal...

Aceito se ''normal'' significar "comum" por nos acontecer a todos (ou quase todos). Não aceito se ''normal'' for um suspiro resignado de ''tem que ser, aguentemos... (completem como quiserem)".

 

Hoje devia ter deixado a ronha suprema tomar conta de mim e dias destes... deviam estar previstos na Lei! 

 

Oiçam a Sra. Jill Scott caros senhores sindicalistas! 

 

I

Don't... want... to

Go... to... work today

I 'd rather...

Stay home and play...
Video games...

  

 


11
Jan 12
ab-so-fucking-lu-tely, às 11:11Link | Comentar | Absolutamente adorável!

Um canal de TV zuca arrancou 2012 com um intentado Cocktail Molotov batizado sem rodeios por: "Mulheres Ricas".

 

O Show oferece uma partilha audiovisual do dia-a-dia de um grupo de 5 mulheres, oficialmente, sem limites nos seus golden credit cards e em clara competição, começando pelos sobrenomes estilo centopeia italiana - Tamborindeguy, Marchiori e Fraccaroli...

 

Este é o resumo.

E este é o Reality:

 

 

Não haverá muito mais a dizer sobre o conceito. O que sobra nesta salada light de rúcula e croutons é a análise, ou... a tentativa. 

 

Ao vermos isto, perguntas surgem ao nosso intelecto: até que ponto um grupo formado por mulheres (umas mais e outras menos) ricas, ex-ricas e ricas-para-inglês-ver, têm "cara" e motivação para expôr a sua imagem em situações cotidianas que, para a massa dos espectadores serão tototalmente fantasiosas, fazendo e dizendo coisas absurdas, encenando gastar dinheiro e simulando felicidade?

 

Ok, não é preciso muito tempo para pensar. A "cara" é o mais esticada e retocada possível e a motivação, bem, é, decerto, a mesma que levará as nossas pobretanas Caneças e Jardins a assumir papéis de comentadoras residentes em programas da manhã e em Reality Shows muito menos glamorosos que este. 

 

Não lhes deve fazer mossa nos cabelos constantemente "editados" pelos personal-tudo que orbitam em torno delas como satélites, o quanto poderão ser criticadas, quiçá até mediaticamente apedrejadas, por todas as suas frases e declarações despidas da griffe do bom-senso, da moral e do respeito pelo próximo. Cada minuto do "rico" Show, é uma dose valente de choques elétricos que nos deixam num transe misturado de vontade de verter uma lágrima de dor, de gargalhar de nervoso, de urgência em desligar (sai! sai!) e de total incapacidade de mudar de canal ou carregar no pause do streaming

 

À semelhança de outras "riquezas" televisivas que por aí passam e se passam neste mundo com assinatura Hilton ou Kardashian e grafismos loucos e frenéticos da máquina mortífera chamada E!Channel, simplesmente, não há como fechar a boca, voltar a pestanejar e desligar a fonte de barbaridades no ecrã. Vemo-nos de colete de forças vestido, num misto esquisofrénico de "sou contra isto! vs não consigo parar de ver!", bebendo tudo num batido gigante sem vitaminas! 

 

O único alívio à pressão nas nossas têmporas é a falta de autenticidade destas senhoras e do que vemos das suas márávilhósais(!) vidinhas. O fake effect começa logo na raíz do "boneco" (agora) televisivo - "Val", serve para esconder um "Valdirene" (será um mix, à brasileira, de Valquiria com Irene?!). Mas a coisa agrava-se com novas rajadas da riqueza oca. Dizem elas:  “O dinheiro tem que ser gasto. Temos que gastar, senão não chega ao pobre” ou “Ser rico é uma delícia. O rico tem obrigação de gastar." 

 

(...) Pausa para desfalecimento e (finally!) desligar a TV. 

 

O melhor mesmo é esquecer (apagar! apagar da mente!) que o 3º episódio é na próxima 3ªfeira. Vai que a pobreza (delas) ainda pega! 

 

Ai qui abisurrdo!

 

 

 

 

 

 

 


01
Jan 12
ab-so-fucking-lu-tely, às 17:57Link | Comentar | Absolutamente adorável!

Nossa brava gente lusitana!

Neste que é o primeiro dia do novo ano, assim no embalo dengoso do rescaldo da festança de ontem, trazemo-vos o 16º, e último, relato premium delux da tourada dos segredos, finda num directo tão curto e tão longo(!) com o qual a TVI nos brindou das Praças da Venda do Pinheiro e do Campo Pequeno para as nossas casitas em festa. O Campo o que foi, foi (P)equeno demais para tanta chinfrineira.

 

Assistimos ao último desfile de Tété Rainha Suprema do Reality Fenómeno, que inrompeu por entre luzes loucas, aplausos frenéticos e gritos estridentes dos milhares na plateia  para logo lançar decidida aquela que foi a derradeira mostra dos "recipcientes" deles e delas que ainda se aguentavam dentro da gaiola. Tété mandou os meninos e as meninas desfilar e eles, muito bem comportadinhos dos nerves!, lá deram as suas voltas e voltarelas com mais ou menos brilhos incandescentes das fatiotas reluzentes especialmente oferecidas, todinhas com "v" na ponta...

De seguida, pediu a cada um que oferecesse os votos de Feliz Ano Novo aos portugueses assim atirados ao ar antecipadamente e Super Cátia, enrolou-se na longa capa vermelha e discurso que é bom, não lhe saía. Taditã...

 

De regresso à Praça de (outros) touros, foi uma festa brava digna dos arraiais de Barrancos só assim como quem lembra o esquecido e ostracizado Zé Maria(!) Ele foi garraiada com os ex-bezerros e bezerras ao som do tema musical da Stôrrie interpretado pelo Rusty (quem?!), ele foram vts emotivas e emocionadas daquelas que exclamam um "e recordar é viver!". Ele foi também uma enternecedora homenagem ao grande e único Sô Fernando com direito a video mix carregadinho de melhores momentos, entrevista em cima do palco com a Rainha da Nostalgia e estucada final ao Diôuguinho que, para todo o sempre longe da vista e do coração da Fannyzinha, está aqui, está a começar o ano sentadito numa qualquer Comarca de Olibêira de Azemêis a responder a um processo por difamação ao clã do bigode! Ui... será que o jijey aguenta com mais uma página satírica facebookiana? Qualquer coisa "Diôugo, o jijey cuôrno processado de Portugal"(?!) quiçás...

 

A Praça estava ao rubro quando se colou colou colou a Ruth que (ainda por cima) é Marlene ao Show dos Segredos "montada" no grude da Fannyzita ao galã à força. A pimbó-star é que bamboleou e Tété Rainha é que pediu mais palminhas para si mesma que isto de ser o histerismo todo para os concorrentes é coisa que já não lhe assiste. Uma apresentadora de alto calibre e queixo proeminente como ela, também é filhinha de Deus, lá isso é que é ou não soubessemos já que, como disse Daniela P(enthouse) "polémicas é semp'e bom!" e Fannyzita: "redigo e redigo outra vez!"

 

Tété já consoladita com os aplausos (ainda que under pressure) e lá se deu o festival de entremeadas da Família Carreira com a Família da Fanny, pois parece que, apesar de ter sido a Cátia o motivo da vinda do Príncipe Mikael, foi o Sô Fernando que recebeu a chamadita marota do próprio do Rei Tony: "Ó Fernando pah! Que me dizes de entrares num clipe do meu má novo?" E Sô Fernando tumbas, lá foi e não desiludiu! 

 

No meio desta lógica de idas e vindas da Venda para o Campo Pequeno e ao contrário, lá passou a Rainha às despedidas lacrimósas no confessionário, engaiolado a engaiolado. As últimas perguntas e as últimas (meias) respostas fizeram-nos recordar as primeiras picadas dos mosquitos da loucura que foram as visitas ao cubículo cor-de-rosa, com a assinatura (claaaaaaro está!) da Super Cátia, amante dos gatões:

 

 

E como o fim, a esta altura, já se adivinhava e, sobretudo agora que já o conhecemos, fica a homenagem paralela e maravilhosamente "retorcida" a Super Cátia. De moçoila algarvia avec olhos trocados louca por gatões, a figura incontornável da nação com honras de caricaturada pelas mãos da turma da Rueff. Fiquemo-nos com a homenagem deles e com o tom de comédia à algarviã que "iste de resultadsse é que foi má complicadsse"...

 

 

No fim da festa, não faltaram surpresas para as frutas verdinhas ou maduras recém saídas da Maison abandonada:

 

Marco-gatão, o primeiro a abandonar a Mansão.

JJ lobotomizado, 4º classificado. 

Daniela S. coitada, ouviu um 3º lugar e ficou expressionless de tão espantada.

Para o 2º e o 1º sustivemos a respiração e já bem longe ia a meia noite do Revelhão.

Super Cátia bem sobrevoou, mas foi o Moranguito to be que o grand prix abarbatou. 

 

Pausa para reflexão:

 

(...)

 

Como é que vamos agora ocupar os nossos domingos à noite sem o turbilhão desta salada de frutas de esteroides, ticos sem tecos, pérolas e estridências?? 

Dá-me fastio só de pensar!...

Fica então o pódio para mais tarde recordar. 

 


28
Dez 11
ab-so-fucking-lu-tely, às 19:12Link | Comentar | Absolutamente adorável!

Para este final de 2011, propomos o escrevinhar das últimas folhas do calendário com um útil e actual "Orçamento do Estado dos Afetos" para o próximo ano ainda com todas as folhinhas por estrear.

 

Bem sabemos o quão repelente, enjoativo e causador de refluxo(!) pode ser o termo "Orçamento de Estado" (o vulgo e abreviado OE) mas é coisa para, acrescentando-lhe mais uns pózinhos  de sentido, ganhar um novo e bem mais animador que as nossas contas públicas...

 

Ora, com vossa licença:

Temos então o malfadado OE para 2012. Inevitável contrariedade da/ e para as nossas vidas mais ou menos espartilhadas, por ele. Ok. Isto é o que, não dependendo de nós, vamos ter que escrevinhar à força e a vermelho nas folhinhas branquinhas do nosso novo calendário ainda imaculado.

Agora a alternativa ao chá de desalento:

Que tal um Orçamento do Estado da nossa nação interior, sem cortes, nem lápis vermelho, assim carregadinho de incentivo ao investimento e de investimento propriamente dito(!), farto em bolsas de estudo e baixas de preço, packs de oferta leve 2 pelo preço de 1 e toda uma rica mão cheia de "merchandisingalizagens" em jeito de desfibrilador para o estado dos dias que aí vêm?? 

 

A proposta é séria, ainda que esteja mais para directiva comunitária que para imposto directo... é que isto amigos, é uma alternativa espiritual e de atitude, não serve para, de maneira nenhuma!, acrescentar peso às nossas costas maceradas. Até porque, convenhamos, as habituais mastigadas ''Resoluções de Ano Novo" significam na prática um potencial bombástico de frustração no próximo ano por esta mesma altura de... resoluções! 

 

A ideia é que se "resolvam" a não "resolver" fazer nada para 2012 que não saibam que, at least, é bastante provável que queiram/consigam mesmo... MESMO! vir a fazer sem que a coisa caia no saco roto das desculpas, das impossibilidades e do terrível "amanhã..."

Não será melhor engolir as 12 passas convictos num alternativo: "a minha principal resolução para 2012 é... não fazer resoluções para 2012"?? O champanhe é capaz até de escorregar melhor, sem culpa nem aquele peso extra da cobrança futura das promessas feitas.

Nada de resoluções balofas irrealistas, sem ponta de certeza, conta, peso, medida, intenção, proporção nem prazo de realização! Agarremos as passas numa mão e o OE(A) na outra e brindemos à atitude positiva e à disposição para a dádiva! Vamos abrir uma larga, enorme (e com 7 ou 8 faixas!) autoestrada para os afetos no mapa da nossa vida!

 

Pés no chão na hora do pedir, asas no realizar!

 

Ps: Pelo sim, pelo não: brindem com a mão esquerda, saltem da cadeira, notinha no sapato e corações ao alto! Porque, se não fizer bem... mal também não faz!

 

 

 


26
Dez 11
ab-so-fucking-lu-tely, às 02:14Link | Comentar | Absolutamente adorável!

15º domingo na Venda do Pinheiro, noite de Natal, rescaldo de Consoada e, ao invés de ter percorrido o corredor em neon qualquer coisa como... vestida de duende, ou rena ou, quiçás até (!), Mãe Natal, Tété apareceu-nos, qual Virgem Maria aos pastorinhos, mascarada de Aurora, a Bela Adormecida, de vestido rosa de laço ao centro, ombros em gódes e tiara por entre os caracóis largos e loiros.

Verdade.

Por mais trocadilhos natalícios que a Princesa da Disney do Pinheiro tivesse guardados na manga e nos cartões, acho que todos desligámos o "Canal Natal" e entrámos num túnel do tempo de volta à infância, com o twist macábro da Princesa estar sob a maldição "tenho 56 anos, descarrego 12 vocábulos por segundo e tenho um queixo avançado". 

 

Estávamos ao portão do Reino da Fantasia, a EuroDisney do Pinheiro, prontinhos para entrar e andar na montanha russa de emoções e no Carrossel de Chávenas cheias de pérolas da Língua Portuguesa. 

Afinal não era Natal, tudo não passou de um delírio gripal de Tété Aurora Grimaldi Guilherme que teve assim uma vontade incontrolável de manipular os seus soldadinhos de chumbo junto às labaredas mornas da lareira dos segredos. 

Decidiu agarrar secretamente e à vez nas mães dos meninos e meninas e enfiá-las uma a uma junto das suas crias no confessionário-incubadora. 

Um a um, lindos bailados emotivos sobre o gelo com saltos e arabescos e manobras e algumas quedas aparatosas no estúdio e no cubículo. Uma maravilha encantada cheia de lágrimas e purpurinas. 

 

O que para a Manelinha Moura Guedes "foram cardos, foram prosas", para todos os reality-finalistas mais o expulso (ou expulsa)-to be, foi poesia da mais voltada ao sentimento e ao despedaçar das pedras da calçada. Tété Aurora lançava na sua voz de nariz entupido: "Vá... o que é que nunca disse à sua mãe que lhe quer dizer agora??" e: "... a sua irmã já chora aqui no estúdio!" e até (no auge da febre!) um: "... já disse ao seu pai que, para o ano, pode contar comigo para uma perninha de santola!"

 

Sem pausa para cafézinho, não houve tempo para descansarmos o ouvido dos infindáveis e entrelaçados "amo-te muito meu filho! eu é que te amo mãe! não, eu é que te amo filho! não, eu amo-te mais mãe!..." da família algarvia do (b)iolentado, já entrava o molde da peça de loiça de seu nome Fanny, de capacete loiro, tigresse, peles, pronuncia de Azeméis e remix francó-tuga a cada final de frase. Confere, mes amis, la mère de Fanny. 

 

Quando já se figurava um jeitoso desafio tentar distinguir Fanny por entre o rosa do sofá e o do blush all over, passámos para o nível 2 do arcade game. Ganhava quem conseguisse entender o fiel sentido das frases da dupla de pinipons e aguentar 20 minutos de: "juro-te Fanny! Je t'aime! Tás tãoê boua!"

Fannyzita (a)quaise que partiu u'j'ossinhos à mãê e a mãê não s'importou nada porque a'junhas da filheinha tavam tãoê lindas! 

Sô Fernando, estrela da companhia, esteve sempre muito apagadito e adormecido. Não arrebitou o bigode nem mesmo depois da filheinha repetir pela trilionésima vez as saudades que tinha do cumére dele e da sua senhora ter dito à filheinha que "desviraram o mundo inteiro por ela!" 

Mas Fannyzinha não tinha só fome do comére do paiê, ela também queria saber nobidades de fora da Maison: "Mãê! O Diôugo?" (...) "O Diôugo?... Depoij'agente fala!" 

E lá voltou D. Conceição a afogar a filheinha por entre abraços sufocantes e repenicados "je t'aime! je t'aime!" até Tété Aurora obrigar em tom sofrido anasalado Fannyzita a expulsar a própria mãe para fora do confessionáriozito. Uma (b)iolência.

 

Seguiu-se a família Jesus  e fomos todos dormir e a EuroDisney encerrou por quebra geral de energia.

 

(...)

 

Não foi assim, mas podia ter sido! Porque se o menino não adianta discurso livre e solto naquele sofá, com a mãe Graciosa ao lado parecia que lhe tinham cozido a boca com fio de nylon!

Imaginei uma substituição à Futebol: "sai JJ com o número 0 à esquerda! Entra o seu cavalo cruzado com o número 100, como os 100 euros que vale!" Ninguém iria notar a diferença e a TVI assinava mais um marco televisivo para figurar nos anais da História. 

 

Para quebrar a paragem cerebral colectiva, ecoou pelos céus da Venda um chamamento à Suuuuper Cátia! e ela chegou, cumpriu e não desiludiu. 

Falaram de Lucy Carolina, a tartaruga adoptada dos Segredos e da imensa emoção e amor fraternal que Cátia sente na presença destes fofis e fascinantes cetáceos.

Temos de compreender e aceitar. Cátia Palhinha não tem culpa, nasceu assim "mais sensível a nível animal". Tanto que, quando vai ao Zoomarine,  é bém capaije de lá entrar às déje horas manhã e tár até às sêis da tardsse todsse o tempe a chorar! É assim mèsme... a raparigã emociona-se, prontes. 

Tété Aurora compreendeu e aceitou e também se emocionou com este lado animal da heroína dos Segredos. Com este e com o outro lado da piquena, o lado que estiver mais à mão (ou ao pé) "...do'jóméins Teresã! Qué que tém? S'até oj'animaizinhes gostam, néi?!"

É Cátia. (A)tão na é? 

Super Cátia não é burra nenhuma. Ditou o pequeno "braço no ar" que Tété Real dinamizou em pleno estúdio. Resultado em nada abalado pelo bracinho contrário de Miss Susana Siliconada e Sucessivamente Achincalhada. Carissíma Rainha das Stripers, Cátia é mocinha para ganhar isso, sair lá de dentro com a mala do dinhêre, de braço dado com o teu ex-pasteleiro, meter-se a estudar para Técnica de Raio-X, abrir um Cabaret de seu nome "Lucy Carolina Royal Plazza" e, quando e se, te encontrar nesses caminhos de Portugal (ou do Luxemburgo), olhar para ti e dizer-te um valente "Txau Laura" depois de te perguntar se já ''pusestes mais silicone"! 

E mais! Se o segredo da pobrezita não tivesse sido "dadsse" pela "voije" aos outros numa bandeja, Super Cátia agarrava nesse bónus do segredo e construía, mas for sure!, um berçário de tartarugas no quintal da sua casa em Portimão profundo. Assim como assim, ela comprrendsse muite melhór as tartaruguinhas e as suas lágrimas do que o conceito de ''réplica de cão em pelúcia". 

 

 

Again, Super Cátia brilhou, Susana chorou (e calou fundo), o Marco deixou a dúvida no ar e as calças em baixo para podermos todos ver as boxers com o puzzle à là Cátia. Nem no Natal Fantasia a coisa muda...

 

No climax das voltinhas do Carrossel, Fannyzita recebeu o passe-vit vit allez allez para saltar cá para fora e vir para os braços do seu paiê, Sô Fernando sósia do Quim Roscas e abotoar-se aos dinhêiros que o seu herói de bigode tem feito nas discódancings desse Portugalinho (a)fora! 

Sô Fernando não desiludiu nesta que foi a noite áurea da sua existência pública. Desencantou uma claque para a filha com direito a t-shirts, aplausos e cânticos estridentes. Mas todas as horas sentado na cadeira do "Pluma Azul" valeram a pena. A sua princeseinha atirou-lhe para as bancadas um sonoro "Paiê! É'ju homéim da minha (b)ida!" E no finhê... nada de Diôugo. 

Sô Fernando, é'ju meu heróê. 

 

 


23
Dez 11
ab-so-fucking-lu-tely, às 18:37Link | Comentar | Absolutamente adorável!
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19
Dez 11
ab-so-fucking-lu-tely, às 15:06Link | Comentar | Absolutamente adorável!
Há pouco, como sempre, foi assim: 
 
Há pequenos vícios rotineiros que, à primeira, podem parecer cansativos e desinteressantes, mas que fazem sentido neste inúmero mar de incertezas diárias e de insatisfações! Pequenos fait-divers que nos centram! Que nos levam de volta para a ORIGEM!
Para nós são as segundas-feiras... no VITAMINAS DO CHIADO! Sabemos, não é glamouroso, nem fancy, nem...coisa nenhuma, mas é a nossa abso.funcking.thing que dá sentido ao dia e energiza-nos para o resto da semana.
"É um buffet de frutas e uma salada com base de massa com..." ACREDITAM QUE É SEMPRE A MESMA COISA?!??!
As palavras repetem-se, os pedidos replicam-se e quase, quase que nos conseguimos sentar nas mesmas mesas de sempre.
 
Conversas?! Múltiplas, sobrepostas, gargalhadas, partilhadas. Os estilos variam entre o comentário, a crónica social (e televisiva), o desabafo, a anedota e a descrição pura de tudo o que aconteceu (e olhem que sobra muito pouco à nossa imaginação) que não foi ainda partilhado por qualquer equipamento móvel ou janela virtual de conversação.
 
É o nosso momento! O nosso almoço de segunda-feira. Descomplexado, despretencioso, mas ESSENCIAL!... VITAMINICO!
 
E agora lá vou eu subir a ladeira para te apanhar no cimo e descermos juntas para lá, que sei que já estás famélica de fome e que eu me atraso sempre. Até já abso-sócia!
 
 

ab-so-fucking-lu-tely, às 08:21Link | Comentar | Absolutamente adorável!

Tété chegou de branco à 14ª Gala dos Segredos, pronta para dizer um entusiasmado "sim, quero" aos fascíneos do Reality, do deboche e do achincalhamento público (especially) de umas e outras... já lá vamos (!)

Os primeiros momentos da boda tiveram direito a um Parabéns ao Paulo in and out da Masion e a um "acho que vou bolsar!" da noiva Tété ao ouvir o trilionésimo "isto são 24 sobre 24 horas...". Tem razão. Ninguém merece ouvir a mesma frase outra, outra e outra vez desde 2001...

Destaque inicial para a sensação de apertadinho, quase a rebentar, que se viveu naquela bancada de ex-concorrentes agora enriquecida por uma multifacetada Daniela P(enthouse) que decidiu trincar a popularidade do moranguito domesticamente (b)iolentado e enviar-lhe um presente de Natal antecipado em formato lamechó-wtf?! de fotografia d"a tua praia algarvia queridinho"... É que nem o queridinho entendeu o momento, nem nós, nem ("pense que...", à Cristiano) a própria da Danny P. chorosa (de... dúvida!)

Caso para dizer: emparelhanço esquisofrénico que é demais, já cheira mal Endemol.

 

Mal recompostos da injecção inusitada de Daniela P(zice), recebemos um esclarecimento precioso com cortesia da mamã do Moranguito Mota. Prontos para aprender? Então não é que a tristemente sobrecitada Violência Doméstica poder definir-se por ''elã jogou um iogurte p'ra cima do meu filho".

(...)

Cara Senhora Mota, vai encontrar uma outra, e muito mais fidedigna, definição para o conceito, quando a Fannyzinha (b)ier de lá para fora atrelada ao seu menino prontinha para copiar a outra do iogurte e aplicar golpes de Karaté ao kid, à miníma arranhadela de alguma felina que circunde as imediações. A Danny é melhor começar já a pôr o P. porta dentro da Penthouse se não quiser ficar de rabinho entalado de fora! 
(B)iolência a sério para os meus olhinhos foi ver a maninha mais nova do Joãozinho a dar uma beijoca fofy ao Sô Fernando... Tété Bride! Ela é só uma criança!...


A Boda já ia adiantada quando chegou Miguel santinho "do pau oco" pronto para a confissão. Na incerteza da saída do menino para os arezinhos frescos natalícios, Tété lá lhe deu o amén e juntou-se a ele contra a produção concordando que, e convenhamos, a pista-gravura que colocaram dentro da casa era um bocado clara, "tem razão filho..." 

O santinho magnânimo que até faz Banco de Urgências (?!?!) teve direito ao apoio caloroso ao vivo a cores e em directo do maninho, do paizinho Bispo e médico ortopedista e da mãezinha expert em tempo de antena televisivo. Tenho para mim que a senhora não acabou a noite na Venda sem convidar a Bruninha para a consoada na casa Caleira em Setúbal. A ver vamos....

 


Super Cátia voou raso este domingo juntamente com os pássaros em "passarinhêre" que é como quem quis dizer bando, mas n'a s'alembravã...

A inspiração da piquena esteve, decerto, turvada pela emoção ao envergar no confessionário um vestidito by CR7 brand enviado directamente pela mana Elma porque "Teresã... talvez porque me pareçe c'a Irinã, na sêi..."

É por estas e por outras que o Marco foge de ti mulher! Ele não vai arriscar chegar a casa ao fim do dia para não conseguir ter uma conversa inteligente com a a sua gaja! Tirem-lhe o silicone, mas não lhe tirem a ginástica para a mente!

Sabemos a pureza (e a futileza!) de verdade contida nesta "razão" arrancada do... fundinho com um gancho (!) 


Já salmos lidos e sermão pregado, eis o momento do "sim, quero" com toda a garra e convicção. Susana gritou e Tété atacou sin miedo nem pudor.
Neste caso excepcional, não há palavras que substituam o próprio do momento. Ora recostem-se bem e aproveitem:

 

 

 

Depois disto, acho recomendável o Sô Fernando "emprestar" o S(i)gurança Pessoal à Tété porque, a avaliar pelos movimentos raivosos do lábio superior da Susana, Tété arrisca-se a levar uma sova de uma "linhada" de strippers endoidecidas e acabar numa valeta da Venda do Pinheiro cheia d'iaogurte por cima...

Já estou como Marco - o sábio -, as coisas vao ter de ser o que serão, eu interrogo-me a mim própria... (!)

 

No momento do arroz aos noivos lá foi Santo Miguelito Oxigenado de volta para a cidade do Sado por uma diferença de apenas e só 2% dos votos dos portugueses lovers das chamadas de valor acrescentado. A coisa foi renhida. Também, não era caso para menos. Como escolher entre um reencontro de braços abertos e peito feito do Miguel com a Bruninha telecomandada e uma Fanny em modo repeat: JO-ÃOOOO!... JO-ÃOOOO!...Bates forte cá deintro.. uhm??

 

Ps (para todos os lovers das chamaditas de 60 cêntimos mais IVA): à próxima oportunidade, tirem-me faxavôr o lobotomizado JJ lá de dentro, pelo que há de mais sagrado para vós. É que já não aguento os momentos de paragem cerebral nacional de cada vez que ensistem em pô-lo no ar. Besides!, ele até tem alguém cá fora pronta para se "montar" na sua... popularité! Vale a pena pensar nisso...)

 

 

 

 

 

 

 


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